Apple está prestes a apresentar a série iPhone 17 durante o evento desta semana, intitulado ‘Deslumbrante’. A nova linha inclui um modelo iPhone 17 Air, que promete um design ultrafino e leve. As atualizações significativas em toda a gama podem tornar o ciclo de compras este ano um pouco mais complexo.
É isso mesmo, a Apple está prestes a realizar uma das maiores reformulações em seu portfólio de hardware desde 2020. A série iPhone 17, que deve ser anunciada nas próximas 24 horas, virá com algumas das mudanças mais notáveis em hardware que já vimos nos últimos anos – abrangendo desde o modelo básico até o Pro Max. Curiosamente, a Apple está eliminando o modelo Plus.
Com o evento ‘Deslumbrante’ se aproximando, a expectativa é alta para que a Apple acerte em suas apresentações, especialmente após um verão repleto de histórias de sucesso de seus principais concorrentes, Samsung e Google. Com o iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, a gigante da tecnologia de Cupertino não poderia estar mais bem preparada para apresentar sua próxima geração de dispositivos ao público.
No entanto, o risco de fracasso também é considerável. Preços conflitantes, recursos sobrepostos e um público de smartphones mais exigente – intensificados por tarifas iminentes e incertezas econômicas – podem confundir a mensagem. Para que esse lançamento seja um sucesso, a Apple precisa deixar bem claro quais são as ofertas de cada modelo de iPhone e por que elas são relevantes.
A nova proposta com o iPhone 17 Air vem em um momento em que a Samsung lançou o Galaxy S25 Edge, que se posicionou de forma estranha entre os modelos padrão e Ultra. Você já se pegou desejando que seu celular fosse mais fino e leve, abdicasse de algumas lentes e tivesse uma bateria menor? Pois bem, essa foi a sensação que tive ao testar o Galaxy S25 Edge este ano. Embora o aparelho fosse confortável e leve, o preço de entrada de $1.099 parecia mais vantajoso que o S25 Ultra, mas ainda sim caro quando comparado ao S25 e S25 Plus. As concessões para reduzir o tamanho, como a bateria menor e a diminuição do número de câmeras, tornaram difícil justificar o custo da inovação.
A Apple poderá enfrentar uma situação semelhante com o iPhone 17 Air, que, segundo rumores, terá um preço de $1.099, mesmo substituindo o modelo iPhone Plus, que custava $899. Se isso se concretizar, a equação do iPhone se tornará mais complexa, pois os consumidores precisarão decidir se vale a pena pagar centenas a mais pelo iPhone 17 Air, que oferece uma tela maior, mas menos recursos que o modelo básico. Nesse cenário, seria melhor investir em um modelo Pro ou optar pelo padrão?
De certo modo, a Apple tenta acertar em cheio com o iPhone 17 Air. Ele busca atrair não apenas os clientes que normalmente escolhem o modelo maior sem ser Pro, mas também conquistar novos usuários que estão cansados de celulares pesados. Resta saber se essa sobreposição de públicos é suficiente para justificar um novo modelo de iPhone – mas a Apple parece confiante de que sim.
O maior desafio do iPhone pode ser a própria Apple. Steve Jobs costumava dizer: "Se você não se canibalizar, alguém o fará". Nenhuma geração do iPhone ilustra melhor essa ideia do que a deste ano, com o iPhone 17 recebendo a maior atualização até agora. De acordo com fontes como Mark Gurman, da Bloomberg, e vários analistas da cadeia de suprimentos, o iPhone 17 finalmente incorporará uma tela ProMotion de 120Hz, até então exclusiva dos modelos Pro, agora disponível para o público em geral.
Testando o modelo básico do iPhone nas três últimas gerações, a ausência de uma taxa de atualização mais alta sempre foi uma de suas falhas mais evidentes. Se a Apple conseguir fechar essa lacuna com o iPhone 17, poderá não apenas atrair usuários de marcas rivais, mas também afetar as vendas do modelo Pro.
Se a Apple jogar bem suas cartas, o iPhone 17 não apenas canibalizará as vendas dos modelos Pro, mas também conquistará participação de mercado dos concorrentes, como o Google Pixel 10 e o Samsung Galaxy S25, resultando em uma vitória significativa para a empresa. Com a série iPhone 17, a Apple tem a oportunidade de cobrir todas as bases. Agora, resta saber se conseguirá um grande sucesso ou enfrentará uma queda.
Referência: ZDNET
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