A Verdade Surpreendente Sobre IA e Arte Digital em 2026

IA e arte digital

A arte digital atravessou uma transformação radical com a inteligência artificial, porém a realidade de 2026 surpreende até os mais otimistas. A democratização prometida trouxe saturação inesperada, artistas profissionais enfrentam paradoxos inéditos e o conceito de originalidade foi completamente redefinido.

Neste artigo, exploramos o que realmente mudou na criação artística com IA, os impactos econômicos no mercado criativo, os debates sobre autoria e os desafios éticos que moldam o futuro da criatividade digital.

O que realmente mudou na arte digital com IA até 2026

Modelos generativos deixaram o território experimental para se tornarem ferramentas maduras na produção artística. Redes adversárias generativas (GANs) e transformers processam bilhões de imagens, aprendendo padrões visuais complexos que antes exigiam décadas de prática humana [1]. Plataformas como DALL·E, Stable Diffusion e Adobe Firefly integram arquiteturas de aprendizado profundo treinadas em bases massivas como LAION-5B [1].

A evolução dos modelos generativos

A história dos modelos generativos remonta aos experimentos de Harold Cohen com AARON nas décadas de 1980 e 1990, quando algoritmos começaram a criar arte de forma autônoma [2]. A revolução do deep learning a partir de 2012 aumentou exponencialmente a capacidade das máquinas de compreender e replicar estilos artísticos [1]. GANs trouxeram um avanço significativo ao utilizar duas redes neurais que trabalham em conjunto: uma gera a obra e outra avalia sua qualidade, permitindo refinamento contínuo até alcançar resultados visualmente convincentes [2].

Essa evolução gerou obras com nível de complexidade estética sem precedentes. O retrato “Edmond de Belamy”, criado pelo coletivo francês Obvious usando GAN treinado com 15 mil retratos clássicos, foi leiloado por mais de 432 mil dólares em 2018 [1][3]. Artistas como Refik Anadol utilizam algoritmos de aprendizado de máquina para criar instalações imersivas que transformam dados em experiências visuais e sonoras fluidas [3].

Artistas digitais agora são diretores criativos

O processo criativo tradicional envolvia planejamento, execução técnica e refinamento manual. Com IA, esse fluxo se transformou completamente [1]. Artistas atuam como diretores criativos, definindo conceitos, parâmetros e intenções, enquanto a IA gera múltiplas variações visuais a partir dessas diretrizes [1][1]. Bruno Valença, diretor executivo de criação da Africa Creative, utiliza Midjourney em várias etapas do processo criativo, principalmente na busca de referências estéticas e fotográficas, descobrindo novas ideias e perspectivas visuais que servem como ponto de partida [1].

O foco deixou de ser apenas a execução técnica e passou a ser a curadoria, a intenção e o conceito artístico [1]. Fill Almeida, diretor de arte sênior da Gut São Paulo, destaca que o Midjourney representa um avanço no desenvolvimento de cenas para storyboard e mock up de ideias, permitindo que clientes tenham uma visão mais clara de como a ideia poderia ser realizada na vida real [1]. Em outras palavras, o artista contemporâneo orienta algoritmos com prompts precisos e refina resultados, em vez de executar cada etapa manualmente [1].

A fusão entre técnica tradicional e algoritmos

A colaboração entre criatividade humana e capacidade analítica das máquinas deu origem a obras que exploram a interseção entre o humano e o digital [4]. Charlie Engman, fotógrafo e diretor de arte, utiliza geradores de imagens com IA para explorar questões centrais de sua prática criativa, analisando como as imagens se relacionam umas com as outras e que expectativas trazemos para elas [5]. A dupla A.A. Murakami usa código generativo para criar milhares de resultados, depois aplica IA para identificar características das obras selecionadas e adaptar o código para gerar mais resultados desejados [5].

Marie Laffont, designer de calçados, criou uma sessão de fotos totalmente virtual para sua coleção “UCRONIA” usando IA, criando mundos que existiam apenas em sua mente e superando barreiras que normalmente enfrentaria como marca jovem [5]. A ênfase mudou da novidade de mercado para a qualidade e o conceito, unindo tradição e inovação [6].

A democratização da arte digital não foi como esperávamos

Ferramentas como Canva IA, Adobe Firefly e Midjourney prometeram democratizar a criação artística, permitindo que pessoas sem formação técnica produzissem obras visuais com qualidade impressionante [7][7]. Contudo, essa abertura trouxe consequências inesperadas que transformaram o ecossistema criativo de maneiras imprevisíveis.

Mais acesso, mas também mais saturação

A acessibilidade das ferramentas de IA ampliou o espectro de vozes criativas, permitindo que indivíduos de regiões periféricas participassem da produção artística global [3]. No Brasil, 54% da população já utilizou IA generativa, colocando o país acima da média global de 48% [4]. Por outro lado, essa democratização gerou um fenômeno preocupante: a superprodução de conteúdo.

Plataformas inteiras ficaram repletas de material gerado por algoritmos. Pinterest, Etsy, Instagram e Facebook enfrentam um volume de imagens que torna a diferenciação praticamente impossível [8]. A redução das barreiras técnicas implica no aumento exponencial do número de obras disponíveis online, elevando a concorrência e dificultando a visibilidade para artistas profissionais [3]. Seis em cada dez consumidores afirmam desconfiar da publicidade que consomem por acreditarem que ela é gerada por IA, manipulada ou inautêntica [4].

A saturação estética tornou-se um problema estratégico. Muitas obras apresentam estilos similares por utilizarem os mesmos modelos generativos, criando o que especialistas chamam de “mesmice visual” [4]. Quando o processo não é acompanhado por uma direção criativa clara, a IA acaba diluindo o impacto do trabalho em vez de elevá-lo [4].

O paradoxo dos artistas profissionais

Para ilustradores e freelancers independentes, o uso crescente de IA representa uma ameaça direta à subsistência. O número de trabalhos comissionados por ilustradores na China caiu cerca de 70% após a popularização de modelos como Stable Diffusion [3]. Em marketplaces digitais, artes geradas por IA competem com trabalhos manuais por visibilidade e preço, reduzindo o valor percebido da criação artística autoral [3].

A abundância de imagens feitas por IA contribui para a commoditização da arte digital, onde qualidade técnica deixa de ser um diferencial competitivo [3]. Esse fenômeno agrava a desigualdade econômica entre grandes plataformas tecnológicas que controlam os modelos e os criadores independentes [3]. A centralização do poder criativo em empresas como OpenAI, Meta e Google ameaça a autonomia artística e cria uma nova elite digital que lucra com dados e estilos extraídos sem consentimento [3].

Barreiras técnicas reduzidas, barreiras conceituais aumentadas

A ênfase em atalhos tecnológicos pode levar ao abandono das técnicas tradicionais, como desenho à mão livre e pintura manual [3]. Nesse sentido, a democratização deve ser acompanhada de políticas que valorizem a diversidade e promovam curadorias humanas [3]. A criatividade humana ainda é essencial para dar significado às obras [9], porém a singularidade das criações pode ser comprometida, gerando homogeneização do conteúdo [9].

Como a IA está redefinindo originalidade e autoria

A questão da autoria em obras geradas por inteligência artificial desafia conceitos jurídicos estabelecidos há séculos. Quando “Théâtre D’opéra Spatial” ganhou o primeiro prêmio em uma competição renomada em 2022, a reação foi imediata e intensa, questionando a essência humana da criatividade [10]. Esse caso emblemático expõe um dilema central: se a máquina executa, o programador codifica e o usuário direciona, quem realmente cria?

O debate sobre quem é o verdadeiro criador

A legislação brasileira não prevê a possibilidade de uma IA ser considerada autora de uma obra, pois a Lei 9.610/98 define autor como pessoa física criadora de obra literária, artística ou científica [11]. Essa posição se alinha com outros países que negam proteção autoral para obras geradas por computador. Nos Estados Unidos, o Copyright Office declarou que registrará apenas obras criadas por seres humanos, posição derivada da jurisprudência que especifica que a lei protege apenas “os frutos do trabalho intelectual” baseados “nos poderes criativos da mente” [9].

Por outro lado, países como Hong Kong, Índia, Irlanda, Nova Zelândia e Reino Unido atribuem a autoria ao programador. De acordo com a Lei de Direitos Autorais do Reino Unido, no caso de obra gerada por computador, o autor será considerado a pessoa que realizou os arranjos necessários para a criação [9]. Contudo, questionar se a titularidade seria do programador equivale a debater se os direitos autorais sobre um livro seriam de quem criou a caneta ou do escritor [9].

A Comissão Especial sobre Inteligência Artificial da Câmara dos Deputados promoveu debates sobre questões relacionadas a direitos autorais, destacando pontos em aberto: uso de obras protegidas no treinamento de modelos sem autorização prévia, atribuição de autoria em obras cocriadas por sistemas de IA, e possibilidade de proteção autoral de conteúdos gerados exclusivamente por máquinas [4].

Obras geradas por IA em museus renomados

Artes criadas com tecnologia de IA generativa apareceram em grandes museus como o Museu de Arte Moderna em Nova York, foram leiloadas no Sotheby’s e se tornaram foco de exposições em galerias no mundo todo [12]. Em 2023, o MoMA adquiriu “Unsupervised” de Refik Anadol, uma tela digital gigante que usa inteligência artificial para gerar exibições constantemente em transformação baseadas em 200 anos de imagens da própria coleção do museu, sendo a primeira aquisição de obra generativa de IA pelo MoMA [13].

Refik Anadol exibe criações em todo o mundo, incluindo Los Angeles, onde suas “pinturas vivas” usam algoritmos para transformar conjuntos de dados disponíveis publicamente da paisagem californiana em exibições abstratas em telas enormes [12]. Em 2019, Anna Ridler criou uma série de tulipas digitais com ajuda de IA que “murcharam” automaticamente logo após serem vendidas [12]. Além disso, a IA está ajudando especialistas em restauração a recuperar obras perdidas, como quando o Rijksmuseum de Amsterdã usou inteligência artificial em 2021 para recriar partes recortadas da pintura “A Ronda Noturna” de Rembrandt [12].

A transformação do conceito de plágio digital

A utilização de informações disponíveis na internet pelas empresas desenvolvedoras sem a devida autorização dos autores tem sido um dos principais argumentos para justificar a hostilidade dos artistas contra os softwares de IA generativa [14]. Tribunais brasileiros têm proferido precedentes estabelecendo que um estilo não pode ser apropriado com exclusividade, conforme decidiu o STJ no caso REsp 906.269, negando proteção ao “fragmentismo” [7].

Ainda assim, quando uma ferramenta de IA gera resultados com estilo de determinado artista, pressupõe-se que houve treinamento com obras daquele artista [7]. O caso da ilustradora brasileira Bruna Gouvêa, que trabalha para a empresa japonesa Torigatte, foi recentemente repercutido nas redes sociais após uma suposta venda em massa de desenhos que pareciam cópias de seus animes [15]. A ideia de autor como gênio criativo solitário, cristalizada pelo Romantismo no século 19, segue infiltrada no imaginário dos artistas que sonham com o dia em que terão uma ideia singular e brilhante, mesmo que para sustentar essa fantasia seja necessário ignorar que muitos processos “originais” envolvem repetição, modificação e citação de obras anteriores [14].

Impactos econômicos reais no mercado criativo

Os efeitos financeiros da IA generativa no setor criativo brasileiro já são mensuráveis e preocupantes. A economia da cultura e das indústrias criativas representa R$ 133,77 bilhões, equivalente a 3,1% do PIB nacional [16]. Contudo, a falta de regulamentação expõe criadores a perdas substanciais que ameaçam a sustentabilidade de carreiras inteiras.

Queda na demanda de trabalhos tradicionais

A concorrência com ferramentas automatizadas reduziu drasticamente as oportunidades para profissionais autônomos. Uma pesquisa de agosto de 2023 indica redução de 21% em vagas para escrita e codificação e 17% em vagas para criação de imagens após o lançamento do ChatGPT [17]. O número de trabalhos comissionados por ilustradores na China caiu cerca de 70% após a popularização de modelos como Stable Diffusion [8].

A ilustradora carioca Lúcia Lemos exemplifica esse colapso financeiro. Em 2021, ela faturou R$ 40,59 mil no melhor mês de sua carreira. Em 2024, a expectativa era ganhar menos de R$ 1.739,70 mensais com trabalhos encomendados [18]. Segundo o representante da União Brasileira dos Compositores, estima-se uma perda de R$ 672,68 bilhões para criadores de música e audiovisuais nos próximos cinco anos [19].

Novas oportunidades em curadoria e revisão

Por outro lado, surgem carreiras como prompt designer, curador de arte digital, engenheiro criativo e especialista em ética de IA artística [8]. Um estudo de janeiro de 2024 revela aumento na demanda por serviços de planejamento e estabilidade na procura por revisão de texto [17]. O professor Rafael Alves utiliza IA como ferramenta de curadoria e criação de identidade visual para representar figuras afro-brasileiras e indígenas, evidenciando o potencial da tecnologia como ferramenta de reconstrução simbólica no ensino de artes visuais [20].

O modelo de remuneração para artistas cujas obras treinam IAs

Atualmente, empresas de IA cometem ao menos cinco violações da lei de direitos autorais por cada obra incluída em seus sistemas [16]. Artistas exigem regulamentações que garantam compensações financeiras pelo uso de suas obras como dados de treinamento [8]. O PL 2338/2023 estabelece que desenvolvedores de IA precisam informar quais conteúdos protegidos foram utilizados nos processos de treinamento [18]. Alternativas incluem fundos setoriais formados a partir de percentuais da receita das empresas de IA e micropagamentos automáticos acionados quando uma resposta de IA fizer referência a trechos rastreáveis de obras [21].

Instituições culturais adotando arte com IA

Museus e galerias começam a incorporar sessões educativas sobre processos criativos humanos, distinguindo-os das criações algorítmicas [8]. Universidades atualizaram grades curriculares para ajustar à nova realidade. O Centro Universitário Belas Artes incorporou uma disciplina optativa sobre inteligência artificial no 1º semestre de todos os cursos, incluindo Design Gráfico, e a partir de 2026 a cadeira passa a ser obrigatória [22].

Desafios éticos e o futuro da arte digital com IA

Processos judiciais contra empresas de tecnologia expõem violações sistemáticas de direitos autorais. A Adobe foi processada por usar livros protegidos para treinar o modelo SlimLM [23], enquanto a Apple enfrenta ação judicial por utilizar bibliotecas-sombras ilegais de livros piratas no treinamento da Apple Intelligence [24]. Pesquisadores desenvolveram método capaz de identificar com 99% de precisão se textos protegidos foram usados para treinar modelos de IA [25].

Uso indevido de dados e obras como treinamento

O PL 2338/2023 propõe que desenvolvedores identifiquem obras protegidas nas bases de treinamento e estabeleçam gestão de consentimento e remuneração a autores [26]. Diversos estudos identificaram dados pessoais e informações médicas sensíveis em bases públicas de treinamento [27].

Padronização estética versus diversidade criativa

Ferramentas como Midjourney e DALL·E produzem imagens dentro de repertório estético estreito, com cores saturadas e luz difusa [3]. Cerca de 98% dos consumidores associam credibilidade a imagens autênticas [3]. A homogeneização resulta em baixa autoestima, pressão social e desvalorização da diversidade [28].

Transparência nos algoritmos generativos

A opacidade dos datasets representa o maior problema ético, relacionado diretamente a manifestações de racismo e machismo [29]. Cinco princípios éticos recorrentes incluem transparência, justiça, não maleficência, responsabilidade e privacidade [30].

O papel sociopolítico da arte humana

A IA na arte digital transcende questões estéticas para se tornar política. Quem controla os dados controla a narrativa [31]. Artistas negros e indígenas utilizam IA para discutir identidades e questionar se algoritmos podem incorporar experiências humanas [31].

Conclusão

A transformação da arte digital com IA revelou paradoxos que poucos previram. Com toda a certeza, ferramentas generativas democratizaram o acesso, mas também saturaram o mercado e desvalorizaram trabalhos autorais. Artistas profissionais enfrentam quedas drásticas de renda, enquanto debates sobre autoria e compensação financeira permanecem sem resolução clara.

A tecnologia exige adaptação: artistas que dominam conceitos, curadoria e intenção criativa encontram novas oportunidades. Contudo, o futuro da arte digital depende de regulamentações éticas, transparência algorítmica e valorização do papel humano na criação. Afinal, originalidade nunca foi apenas técnica, mas visão de mundo transformada em expressão visual única.

Referências

[1] – https://www.meioemensagem.com.br/comunicacao/ia-generativa-diretores-de-arte-dao-dicas-de-melhores-usos-na-criacao
[2] – https://translate.google.com/translate?u=https://medium.com/higher-neurons/the-history-and-evolution-of-ai-generated-art-e5ccca5a8e83&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=srp
[3] – https://www.homemmaquina.com.br/a-estetica-da-ia-esta-comprometendo-seus-projetos/
[4] – https://www.camara.leg.br/noticias/1193876-comissao-debate-ia-generativa-e-direitos-autorais
[5] – https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/10/para-esses-5-artistas-a-ia-se-tornou-uma-aliada-criativa/
[6] – https://www.artmajeur.com/pt/magazine/2-art-news/tendencias-artisticas-atuais-segundo-a-ia-um-instantaneo-de-2025/338833
[7] – https://www.migalhas.com.br/quentes/427698/advogados-debatem-implicacoes-legais-de-obras-criadas-por-ia
[8] – https://arteindex.com/blog/como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-o-trabalho-dos-artistas
[9] – https://www.limafeigelson.com.br/blog-post/quando-a-ia-cria-obras-de-arte-quem-detem-os-direitos-autorais
[10] – https://fastcompanybrasil.com/design/uma-das-maiores-feiras-de-arte-do-mundo-resolveu-abracar-a-ia/
[11] – https://www.conjur.com.br/2024-ago-05/direitos-autorais-e-inteligencia-artificial-a-quem-pertence-a-obra-criada-pela-maquina/
[12] – https://www.adobe.com/br/products/firefly/discover/ai-art-use-cases.html
[13] – https://translate.google.com/translate?u=https://www.theguardian.com/us-news/2024/sep/25/ai-art-museum-los-angeles-dataland&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=srp
[14] – https://revistarecorte.com.br/artigos/inteligencia-artificial-autoria-e-propriedade-privada/
[15] – http://contrapontodigital.pucsp.br/noticias/plagio-de-estilo-por-aplicativos-de-inteligencia-artificial-preocupa-ilustradores
[16] – https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/direitos-autorais-remuneracao-e-inteligencia-artificial
[17] – https://epocanegocios.globo.com/colunas/iagora/coluna/2025/09/ia-generativa-na-arte-os-novos-dilemas-da-criacao-autoria-e-remuneracao.ghtml
[18] – https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2024/08/29/os-ilustradores-que-ja-tem-empregos-e-criacoes-roubados-por-ia-medo-de-nao-conseguir-me-sustentar.ghtml
[19] – https://www.camara.leg.br/noticias/1216639-debatedores-cobram-pagamento-de-artistas-por-plataformas-de-inteligencia-artificial/
[20] – https://reglab.com.br/a-ia-como-ferramenta-de-curadoria-visual-na-educacao-identidades-afro-brasileiras-e-indigenas-em-foco/
[21] – https://noticias.r7.com/brasilia/artistas-lutam-para-manter-remuneracao-de-big-techs-por-direitos-autorais-em-projeto-que-regula-uso-16092025/
[22] – https://www.estadao.com.br/economia/criadores-sob-pressao-como-a-ia-esta-mudando-o-ritmo-e-o-valor-do-trabalho-dos-designers-graficos/?srsltid=AfmBOorCaB-KfTBePToPLVCZoeZmSv-ufWjo4cePJ_oxT7Bu6_aSS1o5
[23] – https://www.terra.com.br/byte/adobe-e-processada-por-uso-indevido-de-conteudo-protegido-em-treinamento-de-ia,0ec98859f9673d931a7e0e8fa8074c76wb63pg06.html
[24] – https://www.poder360.com.br/poder-tech/cientistas-processam-apple-por-uso-indevido-de-livros-para-treinar-ia/
[25] – https://www.maisconhecer.com/humanidade/17087/Pesquisadores-criam-metodo-para-rastrear-uso-indevido-de-dados-no-treinamento-de-IA–
[26] – https://www.nonada.com.br/2025/07/como-a-arte-pode-se-apropriar-da-inteligencia-artificial-e-como-os-direitos-autorais-entram-na-questao/
[27] – https://horizontes.sbc.org.br/index.php/2023/10/alem-da-estetica-dimensoes-eticas-da-geracao-de-arte-por-ia/
[28] – https://todaia.com.br/glossario/beleza-padrao-20-a-ia-generativa-e-o-risco-de-criar-um-mundo-visualmente-igual/
[29] – https://jornal.usp.br/radio-usp/falta-de-transparencia-e-a-principal-barreira-para-o-uso-etico-das-inteligencias-artificiais-na-arte/
[30] – https://www.ihu.unisinos.br/categorias/591436-inteligencia-artificial-e-etica-um-estado-da-arte-artigo-de-paolo-benanti
[31] – https://jornal.usp.br/articulistas/alecsandra-matias-de-oliveira/ai-e-artes-visuais-racializando-o-debate/

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