O serial killer mais chato de todos?

A A24 Pisou na Bola? O Thriller de Vingança Que Era Pra Ser Épico, Mas Ficou Entediante!

Olá, pessoal! Aqui é o Lucas Tech na área! Preparem-se porque hoje vamos bater um papo sobre um filme que eu estava muito ansioso para assistir em 2026. Sabe aquela expectativa lá no alto, especialmente quando o selo é da A24, que raramente erra? Pois é, "How to Make a Killing" chegou, e a realidade… bem, não foi bem o que eu esperava. Vem comigo que eu explico o que rolou!

Um Remake Arriscado e Desnecessário?

Fazer um remake já é uma aposta, né? Mas refazer "Kind Hearts and Coronets" é tipo tentar bater um recorde mundial com um pé nas costas! O filme original, lá dos anos 40, trouxe algo totalmente novo, com o Alec Guinness simplesmente brilhando ao interpretar OITO membros da mesma família rica. Era uma comédia de humor negro que envelheceu super bem.

E aí, "How to Make a Killing" chega em 2026 e… parece um pouco desnecessário. E, tristemente, chato. Ao contrário do original, não traz nada de novo, só um elenco fresquinho tentando dar o seu melhor. Mas é impossível não comparar com a fonte, e aí a decepção bate forte.

Nem Estrelas Nem Diretor Salvam o Filme

Se esse tivesse sido um thriller totalmente original, talvez minha opinião fosse outra. Mas "How to Make a Killing" parece… sem alma. Faltou aquele charme do filme que o inspirou. Nem mesmo o Glen Powell, que mandou muito bem em "Twisters" e "Chad Powers", consegue salvar a pátria aqui. O papel dele como Becket Redfellow, um serial killer com uma motivação intrigante (vingança pela mãe exilada na adolescência), não deveria ser entediante, mas é!

E o diretor, John Patton Ford, nos impressionou com "Emily The Criminal", que tem uns 93% no Rotten Tomatoes! Então, é frustrante ver "How to Make a Killing" não decolar, sabendo do potencial da equipe. Um filme sobre um cara que mata a família rica por vingança não deveria ser chato. Ele busca a vida que "merece", sim, mas não é lá muito emocionante de assistir.

Pontos de Luz em Meio à Escuridão

Mas nem tudo é desgraça! A Margaret Qualley sempre entrega uma atuação incrível, não importa o papel. Ela me deixou de queixo caído como Sue em "The Substance", que inclusive chamei de melhor body horror de 2024.

Aqui, como Julia Steinway, amiga de infância e crush do Becket, ela também é divertida de assistir. As cenas deles são talvez a minha parte favorita do filme. E sim, algumas piadas funcionam. Mas, no fim das contas, é uma decepção para a A24, um estúdio que eu normalmente sou fã de carteirinha.

Vale a Pena Assistir?

Se você está a fim de uma comédia de humor negro comum, com umas risadas e alguns nomes conhecidos, talvez "How to Make a Killing" valha a pena agora que está nos cinemas. Ou quem sabe, espere para ver se ele pinta em algum dos seus serviços de streaming favoritos.

Infelizmente, é um daqueles filmes esquecíveis que você provavelmente vai assistir só uma vez. Mas, quem sabe, ele cumpre o papel de te entreter por umas duas horinhas.

"How to Make a Killing" já está nos cinemas pelo mundo!

Minha Visão

Olha, a A24 construiu uma reputação de ouro, sempre nos surpreendendo com filmes inovadores e de alta qualidade. Essa decepção com "How to Make a Killing" serve para nos lembrar que até os grandes estúdios podem ter seus tropeços. Não é o fim do mundo, claro, mas mostra como é difícil manter um padrão de excelência, especialmente em remakes. A expectativa que a gente cria, baseada no histórico deles, é enorme, e quando não é atendida, o baque é maior. Mas faz parte do jogo, né? Nem todo tiro é certeiro.

E aí, o que vocês acham? Um "flop" da A24 muda a sua expectativa sobre os próximos lançamentos do estúdio? Ou vocês ainda dão um voto de confiança? Deixa seu comentário aqui embaixo!

Referência: Matéria Original

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